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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Apocalipse: e se Uber, Netflix e WhatsApp fossem todos regulados no Brasil?


A agenda web resolveu divulgar esta reportagem da Tecmundo, bastante interessante sobre a guerra das teles contras os principais ofensores de dados no Brasil.

O problema é real e esta crescendo.


Veja a reportagem na integra:

Histórias em quadrinhos de editoras como Marvel e DC possuem arcos com a trama se passando em um universo paralelo, que só existe por conta de certas decisões. E se o Capitão América virasse presidente dos Estados Unidos? E se a nave do pequeno Superman tivesse caído na Rússia? Isso dá asas à imaginação do escritor e faz o leitor imaginar cenários bem diferentes.
Levando em conta as mais recentes notícias de tecnologias envolvendo o Brasil (mais precisamente o app de transporte Uber, o mensageiro WhatsApp e os streamings da Netflix), o TecMundo resolveu fazer uma espécie de “E se...?”. E se as empresas de telecomunicação, sindicatos e operadoras conseguissem aprovação de leis e medidas provisórias para taxar e limitar serviços que hoje fazem tão bem à população? O quão pessimista seria esse cenário?
Lembre-se: o que faremos aqui é um grande exercício de imaginação. Apesar de todas as possibilidades serem baseadas em hipóteses reais, algumas até com chances bem altas de acontecerem, tudo não passa de especulação. Ao menos até agora.

O que temos hoje

Antes, você precisaria ir até a locadora, rezar para o filme estar disponível e pagar pelo aluguel de cada um. Hoje, você tem a Netflix. Até pouco tempo atrás, os créditos do celular voavam ou a conta estourava por conta de inúmeros torpedos SMS e ligações. Agora, é só fazer isso pelo WhatsApp. Pedir um táxi era quase sempre ser uma tarefa cansativa e demorada. O tempo passou e basta usar os aplicativos ou, se preferir, apelar para um motorista do Uber.
Em questão de poucos anos, o Brasil acompanhou o resto do mundo ao vivenciar uma revolução causada pela internet e, principalmente, pelos aplicativos para dispositivos móveis. Várias tarefas estão mais fáceis de serem feitas, relativamente mais baratas e, principalmente, mais acessíveis: basta um smartphone qualquer com 3G ou WiFi para ter acesso a tudo o que foi citado acima.
Porém, as novidades incomodaram empresas e organizações que, se não detinham um monopólio, estavam acomodadas com serviço de qualidade duvidosa e sem muita perspectiva de oferecer melhorias ao consumidor. A chegada de algo que pudesse superá-las e tirá-las dessa zona de conforto por um motivo ou outro despertou o medo (e a fúria) de alguns grupos. Claro: assegurar os próprios empregos não está errado, mas achar que a concorrência não é um sinal de que você também pode mudar é igualmente um erro.

Netflix: Zorra Total no catálogo e mensalidade lá no alto

São ao menos 2,5 milhões de assinantes da Netflix no país, segundo o Notícias da TV, superando receitas até de alguns dos canais abertos. As operadoras por assinatura também se preocupam, já que quem assina televisão a cabo só para filmes encontra no streaming uma alternativa mais barata e sem programação fixa.
A regulação apocalíptica da Netflix começa com o aumento de taxas sobre o serviço. Mesmo sendo estabelecida oficialmente nos Estados Unidos, a Netflix é fixada também no Brasil e, por isso, teria que pagar uma carga pesada de impostos (que, supostamente, seria maior do que a já paga pela companhia hoje). Entram na lista o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional), que cobra um alto valor por filme disponibilizado, e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Dessa forma, são duas as possibilidades: ou a empresa aumentaria a mensalidade do assinante para valores bem mais altos (já imaginou o dobro dos R$ 19,90 atuais?) — tudo isso sem se prejudicar — ou diminuiria o catálogo para aliviar também taxas como a do Condecine. Em nota oficial, a Netflix esclareceu que “paga todos os impostos devidos” e que aguarda futuras discussões.
Porém, há outro cenário negativo: a aplicação de uma limitação como a Lei da TV Paga. Nela, é preciso respeitar uma cota de produtos de origem brasileira (3 horas e 30 minutos semanais no caso de canais só de filmes, séries ou documentários). Já imaginou se a Netflix tivesse que comprar pacotes imensos só de conteúdo nacional? Muita coisa de baixa qualidade teria que entrar no catálogo só para a empresa se adequar às normas. 

Uber e taxistas: a batalha final

O problema do Uber envolve as cooperativas de táxis, que acusam o serviço de fazer algo não regularizado e sem a cobrança de uma série de taxas — a ponto de ser chamado de “pirata” ou “clandestino”.
Para começar, o Uber regulamentado com certeza aumentaria a burocracia para a associação de motoristas, o que diminuiria o número de carros disponibilizados. Afinal o serviço em si e cada membro precisaria de autorização do Estado para circular.
O aumento de taxas implicaria na necessidade de uma espécie de “alvará” para cada motorista, encarecendo as corridas e fazendo com que vários prestadores do serviço desistam do app. Cidades como Nova York chegaram até a limitar a quantidade de carros do Uber circulando na cidade, em uma espécie de rodízio (mas voltaram atrás). No México, há um imposto de 1,5% sobre o custo da corrida. Aqui no Brasil, pode apostar que a porcentagem seria maior e que o rodízio seria regulamentado.
Nos Estados Unidos, o serviço exigiu a criação de uma nova categoria de transporte, a “transportation network companies”. A boa notícia é que isso pode gerar melhorias: em alguns locais, algumas das regulamentações são mesmo só para beneficiar o consumidor, como seguro de valor mínimo, motoristas com antecedentes checados e programas de treinamento.

WhatsApp: acabou a mordomia

Segundo operadoras como a Vivo, o WhatsApp "não tem encargos fiscais, regulatórios nem legais", sendo considerado um serviço pirata de telecomunicações.
No cenário apocalíptico, o mensageiro ganharia uma tonelada de impostos e taxas aplicadas às telecomunicações. Isso transformaria o app completamente: baixá-lo seria pago e usar recursos como chamadas telefônicas exigiria um pagamento por ligação.
Além disso, no apocalipse, diga adeus às promoções de operadoras, como planos ilimitados para o uso do mensageiro. Ainda bem que não falaram nada sobre regular o Telegram, não é mesmo?


FONTE(S)BBC/Alessandra CorreaAncine
IMAGENSThe Street TimesTechnoBuffaloNetflix

domingo, 22 de setembro de 2013

iPhone 5S é mais difícil de consertar que iPhone 5 e Galaxy S4


O novo iPhone 5S, que começou a ser vendido na sexta-feira, é mais difícil de consertar do que seu antecessor, o iPhone 5. Segundo o site iFixit, que desmonta aparelhos recém-lançados para descobrir quais são e como são montados os componentes dos dispositivos, o novo iPhone recebeu uma nota 6 (de um máximo de 10) na facilidade para conserto. O iPhone 5 tinha recebdio uma nota 7, enquanto o principal concorrente, o Galaxy S4, tem uma nota 8. 

O novo iPhone é mais complicado que os demais aparelhos para consertar em grande parte por causa do Touch ID, sistema de leitura de impressão digital localizado no botão Home. Segundo o iFixit, a fraca ligação entre o scanner de digitais e a porta Lightning adiciona "um pequeno elemento de perigo" no processo de reparação.

Esta não é a única preocupação quanto ao scanner de digitais. "Nós nos preocupamos o quanto a cobertura de cristar de safira pode proteger o sensor da degradação do tempo, como acontece com a maioria dos sensores. Pode se tornar uma bomba relógio", disse o site. Outro elemento que dificulta o conserto do iPhone 5S é a bateria. A nova bateria, maior que a do sucessor iPhone 5, está colada no aparelho. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Como cutucar amigos no Facebook usando a Linha do Tempo

Fonte: Techtudo

Chamar a atenção de outros usuários do Facebook e paquerar utilizando o controverso "cutucar" (poke, na versão em inglês) ainda é possível no perfil atual da rede social. Os controles para acessar o botão estão um pouco escondidos, mas são simples e estão localizados no tipo da Linha do Tempo de todos os seus contatos. Se você deseja continuar cutucando seus amigos e amigas na rede social, siga os passos do tutorial do TechTudo.

Passo 1. Clique sobre o nome de um dos seus amigos e acesse a sua Linha do Tempo:

Vá até a linha do tempo de um contato (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)Vá até a linha do tempo de um contato no Facebook (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 2. Selecione o botão com o símbolo de uma engrenagem, como o indicado na figura:

Passo 3. Na aba que será exibida, escolha a opção "Cutucar":

Clique sobre o botão de opções destacado (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Selecione a alternativa

Passo 4. A atividade será realizada em poucos segundos, enviando uma notificação ao contato;

Aguarde enquanto a operação é processada (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Aguarde enquanto a operação é processada (Foto: Reprodução/Daniel Ribeiro)
Passo 5. É bom lembrar que você não poderá enviar outra "cutucada" para a pessoa enquanto ela não lhe responder a primeira.

Você só poderá
Pronto! Agora você já sabe como voltar a cutucar os seus amigos na rede social. O Facebook andou escondendo a função de cutucar na interface mas ela ainda está ativa. Aproveite!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Dica ensina a carregar videos do Youtube mais rapidamente, Veja!

Desativar o DASH acelera o carregamento de vídeos do YouTube; entenda

O DASH, sigla em inglês para Streaming Adaptativo Dinâmico sobre HTTP, é uma tecnologia recentemente adotada pelo YouTube que causou impactos ao serviço de vídeo como lentidão no carregamento dos arquivos. Irritando os usuários mais apressados, ou ainda aqueles que tem internet lenta, o DASH é o verdadeiro vilão do site do Google, mas pode ser desativado.


O DASH, ou Dynamic Adaptive Streaming over HTTP, divide o arquivo de vídeo em blocos que são carregados individualmente. E é isso que ocasiona uma diferença na experiência do usuário, pois ao pular ou retroceder algum trecho do vídeo, nota-se uma demora no carregamento do vídeo, efeito que é ainda mais incômodo para usuários que possuem conexão com a Internet lenta. A demora é ainda maior quando a qualidade do vídeo entra em oscilação.

Porém, existe uma maneira simples e rápida para banir o DASH no player do YouTube. Basta fazer o download do plugin YouTube Center para carregar todo o vídeo de uma só vez. A instalação é bastante simples e a extensão está disponível para os navegadores Google Chrome, Mozilla Firefox, Safari, Opera e Maxthon. Uma vez instalado, basta clicar na engrenagem que aparece no canto direito superior da tela e desmarcar a opção Dash Playback.

Saiba como usar o YouTube Center e ficar livre do DASH no player do YouTube no tutorial do TechTudo e veja o passo a passado para fazer o download e configurá-lo no seu navegador.


Via Ghacks

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Samsung irá anunciar na próxima semana, o Galaxy Gear, seu relógio conectado

A Samsung revelará o Galaxy Gear, seu relógio de pulso conectado, na quarta-feira da semana que vem (4), disse um executivo da companhia ao jornal "Korea Times".

A reportagem, publicada nesta terça-feira (26) diz que a apresentação do aparelho –que será capaz de navegar na internet, acessar e-mails e fazer chamadas– acontecerá em Berlim, cidade que recebe a feira de tecnologia IFA, que começa dois dias depois do anúncio.

A confirmação veio de Lee Young-hee, responsável pela divisão móvel da fabricante coreana. "Esse novo aparelho vai incrementar e enriquecer a experiência de comunicações móveis", disse à publicação.

Imagem do Site: androidspin.com